sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Novo Cd de Dejinha de Monteiro

Essa semana estive no AudioBrasil Studio onde Claudinho e Deir estão finalizando o novo cd de Dejinha de Monteiro e se esse ano foi sucesso ano que vem promete ainda mais

Asley Ravel está entre os homenageados




A Fundação Casa de José Américo, entidade governamental ligada a Secretaria Estadual de Cultura, estará homenageando diversos artistas monteirenses durante o II Festival Internacional de Folclore, que será realizado em Monteiro, no sábado, 26.

Dentre os homenageados estão: poeta popular Expedito de Mocinha, cantor Flávio José, dançarino Zé Preto, poeta popular Cabo Edésio, teatrólogo Marcos Freitas, musicista Zabé da Loca, músico João José (João de Amélia), compositor Ilmar Cavalcante, escritor Joselito Nunes, escritor Efigênio Moura, escritor e historiador Pedro Nunes Filho, escritor Antônio Rafael de Menezes, poeta popular Zé Jabitacá, José Inácio (Jotinha), fotógrafo Luciano Azevedo (Asley Ravel), Geneci Bispo (Dejinha de Monteiro) e poeta Pedro Jararaca.

Segundo Michel Henrique, secretário Executivo da Casa José Américo, a escolha dos artistas foi realizada por uma equipe da Fundação, com a proposta de expressar o reconhecimento artístico que cada nome representa para o Estado.

“A escolha dos nomes foi realizada pela equipe da Fundação e nas próximas edições, outros artistas monteirenses, também serão homenageados. Estaremos mantendo um trabalho com os nossos artistas, prestigiando com apresentações culturais, lançamentos de livros e outras atividades na sede da Fundação”, afirmou o Secretário Executivo da FCJA.

A programação do II Festival Internacional de Folclore terá a apresentação dos grupos internacionais de Israel, África do Sul e Paraguai, grupo do Ceará, Cariris de Taperoá, Jacoca do Conde e Balé Popular de Monteiro.

O II Festival Internacional de Folclore é uma realização da Prefeitura Municipal de Monteiro, CIOFF e Fundação Casa José Américo, com patrocínio do projeto Vínculus, UEPB e SEBRAE.


Agradecimento ao "cumpade" Geordie (caririligado.com.br)

O Dia Que a Morte Bateu as Botas

Mais um evento no teatro Jansen Filho patrocinado pelo SindiFisco em parceria com a Prefeitura de Monteiro... desse o espetáculo foi "O Dia em Que a Morte Bateu as Botas"

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Apagão no Alto São Vicente

Nos últimos 3 dias tem sido assim toda noite no Alto São Vicente, um verdadeiro apagão, mas, na hora da energisa vir cobrar a conta ele vem rápido tipo ameaça terrorista com o famoso negociador que chega e diz: Você tem até o meio dia pra pagar a conta senão a gente corta!!!
Pergunto, isso é negociação???


sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Oficinas de stop motion

Encerram-se hoje as oficinas de Stop Motion patrocinadas pelo SESI Cultural em parceria com a prefeitura de Monteiro. Foram 5 dias de teoria e muita pratica pra se produzir alguns segundos de animação, que é incrivel fazer um bonequinho do tamanho de um muose tomar vida e sair caminhando pelo cenário... não pensem que é moleza, são horas de trabalho pra se ter apenas alguns segundos... e o material final que será exibido a população nos dias 02, 03 e 04 de dezembro é uma curtíssima animação sobre Zabé da Loca e estamos todos ansiosos pra ver esse resultado.

























































Parabéns ao nosso parceiro ÁGAPE sistema de segurança que vem demonstrando a eficácia dos seus serviços prestados... alguns individuos furtaram na calada da noite um mercadinho achando que por está escuro não seriam vistos, mas havia câmeras de visão noturna e no dia seguinte após a policia assistir as imagens prendeu vários meliantes.

terça-feira, 15 de novembro de 2011

IV Encontro Holístico da Primavera Sertaneja

Desde o último dia 12 até o dia 20 estará acontecendo em Camalau o IV Encontro Holístico da Primavera Sertaneja, lá haverá debates, palestras e oficinas.
O organizador do evento é o professor Antônio Mariano Sobrinho

Oficinas de Animação Cine SESI

Oficinas de animação entre os dias 14 e 18 de novembro









O Cine Sesi Cultural é um projeto criado por Lina Rosa e patrocinado pelo SESI e que desde 2002 já passou por mais de 480 cidades do interior do país. Já é o quinto ano do projeto na Paraíba e nesse segundo semestre são mais 14 cidades paraibanas incluidas nesse roteiro.

Objetivos do projeto
Incentivar a abertura das salas de projeções nas cidades. Com média de público superior nas projeções de pequenas cidades do que nas capitais provando que há público para o cinema nacional e que esse contato com a arte eleva a auto-estima da população ao ser ver na tela e vivenciar seus costumes seus cenários, histórias e personagens.

As oficinas de animação

O Cine Sesi oferece ainda oficinas de cinema de animação e palestra temática.
Hoje foi o primeiro dia em Monteiro, tendo ainda toda a semana o contato direto com as técnicas e criatividade que a nimação pode proporcionar.

De Segunda até sexta no teatro Jansen Filho das 13:00 as 17:00 horas
Apoio: Prefeitura Municipal de Monteiro

domingo, 6 de novembro de 2011

Afeganistão

Veja imagens do país e das pessoas que estão sendo destruidas pela guerra americana.
Um país lindo sendo devastado pela sede de petróleo dos americanos que querem dominar todo o mundo dizendo-se pais da democracia... que enorme mentira implantada a todos pela mídia, corporações e pelo cinema.
Todo o mundo para os Estados Unidos são terroristas e o que eles fazem, invadem os outros países destróem e usurpam o poder e colocam quem eles querem isso não é pior que o terrorismo??? Quem são os mocinhos e quem são os vilões??? Quantos jovens afegãos estão presos em Guantanamo e várias outras prisões sem nenhum julgamento, sendo torturados e humilhados todos os dias como várias fotos e documentos já mostraram e o mundo faz o que?? Nada, ninguém vai contra a hegemonia americana, apenas Cuba, Venezuela e Irã têm coragem de desmascarar o império americano, mas, a mídia em geral faz questão de tratar Fidel e Hugo Chavez como apenas ditadores e que fecharam a Globo Vision que era pior que a Globo brasileira quando se trata de manipular informação... ou você acha que o que o engomadinho William Bonner fala ali é tudo verdade??? Assista o jornal Nacional e em seguida assista o Jornal da Cultura e veja a forma como muita informação é passada de forma diferenciada... os guerreiros afegãos são sempre os terroristas talebans... eles são jovens e adultos que defendem seu territorio contra uma colonização da maior máquina de guerra existente hoje no mundo, o famigerado exercito dos Estados Unidos acharam que era só chegar e tava tudo dominado, mas, viram que mesmo de forma precária o Afeganistão consegue lutar heroicamente...

Asley Ravel


Afghanistan – touch down in flight from Augustin Pictures on Vimeo.
Slide Afeganistão

sábado, 5 de novembro de 2011

O preço da Cultura




Cultura tem preço e como qualquer bem essencial tem que ser consumido e pago para isso.
A cultura está onde está quase no fundo do poço e devemos agradecer aos nossos politicos, administradores e manipuladores... tem que se deixar esse velho costume de que vai ter um evento e diz-se traga seu grupo pra se apresentar que estará divulgando seu trabalho... pau no cu de quem pensa assim... quando você tá com um filho doente você diz pro medico faça uma cirurgia que estará divulgando seu trabalho... ou você vai no mercadinho e diga dê-me uma feira que assim falarei bem do seu estabelecimento... tem que se acabar esse estado de servidão da cultura para com os nossos administradores... eles querem cultura?? E porque não pagam por isso?? Como qualquer outro produto isso tem que ser pago...
Hoje em dia o Coco Raízes de Arcoverde tem seu produtor e o grupo só se apresenta diante de um pagamento de alguns milhares de reais... estão errados? Claro que não, eles mantiveram isso vivo e também precisam sobreviver... então vão levar o nome de sua cidade e seu estado de graça? o povo não paga pra ver uma banda de forró porque não se pode pagar por cultura???
Um povo que perde sua cultura perde sua identidade e padece... o exemplo... os índios que foram se convertendo ao cristianismo foram deixando sua cultura e sua tradição de lado e aos poucos não tinham mais nenhuma identidade que os mantivessem unidos... hoje vê-se índios pedindo esmolas em várias cidades e os índios que preferiram se isolar disso hoje ainda mantem suas tradições e identidade e podem reinvidicar seus direitos de seus territórios, porque ainda tem suas tradições, seus costumes, sua língua que facilmente os identifica...
Quando a Mazurca, as bandinhas de pifano, quando o vaqueiro, quando o coco de roda acabarem o que teremos de diferente pra dizer que essa é nossa identidade?? Seremos apenas iguais a todos os outros sem nossas raízes, sem nossas tradições?
Eu sinceramente estou desanimado e daqui pra frente não quero nem saber de pessoas que querem que eu faça isso ou aquilo pra que eu divulgue meu trabalho... foda-se... eu trabalho e como qualquer trabalho tem seu preço... estou indignado com a forma como tem se tratado cultura em nosso país... O coco de Roda Quitéria Noberto, a Mazurca, etc... não precisam se apresentar pra se divulgar... eles tem que receber cachê pra nos dar a oportunidade de vivenciar a sua cultura, a sua arte e vermos as nossas raízes que são a resistência viva...
O que precisamos é de grupos como a Ascusa de Zabelê... onde há uma associação que tem parceria com a prefeitura, mas, que se mantem de forma independente inscrevendo projetos para os diversos editais que aparecem e é um exemplo reconhecido em toda a Paraíba por entidades culturais como um exemplo a ser seguido.

Asley Ravel