sábado, 31 de março de 2012

A TV que aliena (por Pedro Nunes Filho)

Partindo do princípio de que a televisão é sem sombras de dúvidas um instrumento de comunicação capaz de insuflar regras, ditar comportamentos, padrões, modas, manipular pessoas, criar situações inusitadas... Enfim, transformar a sociedade, principalmente quando se trata de um terceiro mundo, é inadmissível um poderoso canal como este utilizar seus horários nobres para fazer apologia a perversão como é o caso da nova novela da Globo(Avenida Brasil), onde se praticam duas situações lamentáveis. A primeira, quando tratam a Paraíba com citações preconceituosas através da personagem de Carminha ( Adriana Esteves) que menciona os paraibanos de forma pejorativa como: “paraibanada”. Isso ocorre no momento em que os paraibanos daquela novela apresentam-se falando de boca cheia e/ou em cenas ridicularizadas. Ela (Adriana Esteves)que faz um papel de uma carioca bandida, traficante ...Não seria criativo também generalizar o povo do sudeste, citando-os na novela como por exemplo: TRAFICANADA ? No caso da Paraíba, pretende-se o que? Macular a imagem de um Estado? Rotular a Paraíba como um ESTADO SEM EDUCAÇÃO? O que tem de cultural nisto?
Ainda esta semana, mais precisamente no capitulo exibido na quinta-feita(29), outro personagem ( mãe do jogador Tufão) que faz um papel de um jogador noivo com uma paraibana, faz alusão aos paraibanos como sendo uma gente que come calangos e lagartixas. Ora, o que tem de educativo nisto? Talvez o autor ou o núcleo que está editando está novela tenha bebida da água cultural do BBB-12, cujo programa faz jus tão somente as suas iniciais, ou seja, (Bun... – Buc- e Briga) fora isto, o que se tem lá?
O segundo ponto que nos deixam estarrecidos é a personagem de Neo (ou Leo) Maia, uma criança de apenas 7 anos, beijar na boca quando contracena com outra criança de igual idade, isso durante um namoro e depois um casamento de brincadeira. Beijo na boca, ou SELINHO como queiram chamar, isso é normal? Ah é?... Então ensinem e mandem suas filhas e mulheres sair por ai dando esses beijos (travestidos com o nome de selinho) nas bocas que encontrarem. Depois não venham falar que o mundo tá perdido, que aumentou a pedofilia, que criança de 7 anos deveria está brincando de boneca.

Com a palavra o Dr. Pedro Nunes Filho.
Monteiro, 31/03/2012
Enviado por Nal Nunes

PS -Eu nem sabia disso pq não assisto novelas mas a massa em peso sim e isso é o que eles sabem fazer de melhor... deturpar nossa imagem... porque eles nuunca nos tratam com elogios e mostram nossas qualidades?? Mas isso é culpa de um público passivo que assiste tudo calado, e engole e consome tudo que eles anunciam e pronto... por isso para os nossos governantes e mandatários quanto pior a educação dada em nosso país melhor pra eles... mas acho que muita coisa deve mudar e talvez esses jovens que postam nas redes sociais sejam o começo de uma nova revolução como aconteceu com a primavera árabe... o tempo dirá e o que servir pra balançar as estruturas reinantes estamos aqui pra chacoalhar.

Asley Ravel

quinta-feira, 29 de março de 2012

Baixaria na Rádio Correio FM!

Jornalista de merda, esse é o jornalismo sujo e baixo paraibano... uma vergonha que as pessoas estejam a mercer desses canalhas que se dizem jornalistas... não sou fã de veneziano mas ele foi mt inteligente e está de parabens por topar com argumentos e coragem esse merdinha que usa um microfone de forma vergonhosa...

Ter estilo é tudo









 Tô de olho em você num brinque não


Mototaxi é para os fracos

Vampiro Brasileiro por H. Thomaz - Monteiro - PB

quarta-feira, 28 de março de 2012

Tributo a Renato Russo, hoje no Teatro Jansen Filho

Silêncio Total: Está Chegando Um Palhaço

Não é atoa que Luiz Carlos Vasconcelos é dos maiores atores paraibanos... com vasta experiência no teatro e no cinema com papeis emblematicos como o meu favorito "Baile Perfumado" um dos marcos da retomada do cinema brasileiro. A tarde antes do espetáculo ele esteve na Rádio Impressa FM onde acompanhei sua entrevista no Programa de Edvaldo Reis onde ele citou a sua relutância em fazer seus primeiros papeis no cinema, com foi o caso de Baile Perfumado onde ele cita ter sofrido muito por não saber se estava acertando no tom certo do personagem. Ele termina uma série de apresentações desse espetáculo e já parte para o Rio Grando do Sul onde deve começar as filmagens de mais um projeto cinematográfico, o qual ficamos na torcida.